Resenha do livro: “Ei, Whipple, aperte isso”

Ruth Stanat

Resenha do livro: “Ei, Whipple, aperte isso”

Como parte de nossa série de livros relacionados a marketing, revisamos o livro de Luke Sullivan “Hey Whipple Squeeze This”. Embora focado na publicidade, o livro se aprofunda na solução de problemas e na compreensão dos consumidores. Da mesma forma, pode ser aplicado a outras áreas de serviços de marketing. Estruturamos esta revisão em conceitos interessantes nos quais o autor se concentrou.

Debate
Sullivan afirma o valor de colocar o problema como uma pergunta. Uma de nossas citações favoritas no livro foi quando Sullivan afirmou: “Um problema bem definido é um problema meio resolvido”. Ao focar na questão, as pessoas podem facilitar o processo de brainstorming.

Quebrando a categoria do produto
Sullivan afirma a importância de quebrar o clichê da publicidade da categoria de produto. Em um anúncio, a agência desenvolveu um vilão para os anúncios. Outros anúncios eficazes foram aqueles que essencialmente não pareciam anúncios apreciados. Por exemplo, os anúncios pareciam mais documentários ou novelas do que anúncios.

Simplicidade
Sullivan advised the importance of focusing on simplicity as part of “Draconian Reductionism”. Sullivan’s ideas on simplicity in advertising are consistent with those of Jon Steel who wrote “Truth, Lies and Advertising”, which we have also reviewed in this blog. He states that you cannot logic your way to an audience’s heart because human thought is not always rational. He asserts that simplicity breaks through advertising clutter and directly conveys the message to the consumer. Copywriters should write like they actually talk in reality. They need to leave a picture in the listener’s mind, start and end dramatically, and focus on one central theme.

Publicidade externa
O objetivo da publicidade outdoor deve encantar as pessoas, segundo Sullivan. Exemplo disso é a Adidas fazendo um passeio ao ar livre onde as pessoas entram na bola de futebol e são jogadas para todos os lados

Processo criativo:
Sullivan afirma que as pessoas têm tendência a não gostar da ambiguidade e podem ficar tentadas a aceitar a primeira ideia que lhes vem à mente. Uma abordagem é escrever 100 slogans em um curto período de tempo. Ao fazer isso, sua mente divagará. Então fica muito mais fácil restringir-se a algumas ideias de ouro.

Novas mídias
A nova mídia de hoje é considerada criativa, como blogs, publicidade em vagas de estacionamento, webinars, etc. O marketing de guerrilha consiste na execução ser o criativo. Um exemplo foi a IKEA colocar nos móveis da rua uma placa dizendo “Roube-me”. Isso gerou mídia gratuita e boa vontade entre aqueles que levaram os móveis de graça.

O livro é interessante no sentido de que é bem organizado e contém muitas recomendações de bom senso. No entanto, o livro não parece ter uma ideia central subjacente. Em vez disso, consiste em uma série de recomendações que, embora apresentadas de forma clara, não deixam o leitor com uma grande ideia.

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Ruth Stanat

Fundadora e CEO da SIS International Research & Strategy. Com mais de 40 anos de experiência em planejamento estratégico e inteligência de mercado global, ela é uma líder global confiável em ajudar organizações a alcançar sucesso internacional.